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Agronegócio precisa entrar na agenda dos candidatos
08/08/2018
 

Estado de Minas

Em longos períodos de crise, sempre há o agronegócio para socorrer o Brasil. Depois do crescimento extraordinário no ano passado, quando disparou 7,6% e ajudou o PIB do país a sair do vermelho, analistas projetavam um 2018 bem mais tímido. De fato, o ritmo no campo diminuiu, mas ainda é consistente. As previsões para 2018 apontam para um avanço de 3,4% do PIB agro, bem acima das estimativas para a economia brasileira (algo como 1,5% nas projeções otimistas). Não é só. O agro é responsável por 21% de toda a riqueza nacional e um terço dos empregos do país. Alguns segmentos devem a retomada exclusivamente ao campo. A continuar no ritmo atual, as vendas de caminhões chegarão a 66 mil unidades no final de 2018, o melhor resultado desde 2015, quando foram emplacados 72 mil veículos. A principal razão para a performance é o agronegócio. Apesar de tudo, o setor não está na agenda dos candidatos à Presidência. Não é hora de rever isso?

Os drones avançam no campo

A multinacional italiana de tecnologia Engineering está investindo em uma nova frente de negócios no Brasil: o aluguel de drones para produtores rurais. A ideia é oferecer serviços de mapeamento das lavouras e estratégias de gestão mais precisas. Atualmente, cerca de 350 empresas do agronegócio utilizam o sistema de monitoramento por drones, o que tem ajudado no combate a pragas, roubo de produtos e controle de estoques.

Um Rothschild no Nordeste

A vinícola israelense Golan Heights, criada por Benjamin Rothschild, herdeiro de uma das mais tradicionais famílias da França, está de olho na expansão do mercado brasileiro. A empresa pretende fechar parcerias com produtores brasileiros, a fim de transmitir sua expertise de cultivo em regiões áridas, como é o caso do Nordeste. A Golan Heights produz alguns dos melhores vinhos do Oriente Médio, em uma área na fronteira entre Israel e a Jordânia.

 

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